quarta-feira, 19 de março de 2014

CRIANÇA QUE PERDEU DENTRO DE UM COMPUTADOR EM 1950

A BIZARRA HISTÓRIA DE UMA CRIANÇA QUE PERDEU DENTRO DE UM COMPUTADOR EM 1950.

Há algum tempo atrás, os editores do TNW colocaram um post na Web que era um agrupamento de experiências de computação. No entanto, uma vez que a mensagem foi para a internet, um dos editores recebeu um e-mail que continha histórias sobre as primeiras interações dos leitores com um computador e também histórias sobre os primeiros computadores do mundo.

Uma das primeiras histórias falava de um homem que se perdeu dentro de um computador.

A história só foi mencionada de passagem durante a primeira correspondência, mas depois o editor foi colocado em contato com o homem em questão, e a história se mostrou hilariante.

Imagine a década de 1950, quando os computadores começaram a ser construídos e leia essa história:
“Em 1950, eu tinha 10 anos, e estava visitando o campus da Universidade Estadual de Michigan. O computador estava no chão, desligado. Era um computador muito grande, quase metade do tamanho de um ginásio. Então, eu entrei no computador e andei para cima e para baixo olhando para os tubos de vácuo até que eu fiquei preso lá dentro. Eu não conseguia ver a porta, e não lembrava o caminho para voltar para fora. Eu estava literalmente "perdido dentro do computador". Então eu continuei andando, e finalmente encontrei a porta de saída.”

Depois de lerem esta história, os editores passaram a tentar descobrir o nome do computador em que a criança teria ficado presa.

Outras histórias também chegaram aos editores. Veja abaixo outro caso:
“Minha experiência começou com o IBM 1620, mas depois logo se voltou para o IBM 1130 na Ohio State University. Com todos os acessórios, o 1130 era uma máquina de $ 1.000.000. Como estudante, colocar as mãos nesse computador era um privilégio raro.”

Esses dois exemplos mostram como eram os primeiros computadores da história: grandes, lentos e valiosos. Um cenário bem diferente do que temos hoje. Afinal, ninguém poderia se perder dentro de um de nossos modernos computadores, não é mesmo?

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